sábado, 21 de setembro de 2019

Valete - BFF

Disclaimer: eu tenho disfasia (mais informação aqui). Vou tentar responder aos eventuais comentários, mas não sei se vou conseguir. Vou abordar um assunto sensível, vou explicar o meu ponto de vista o mais claramente possível e, se deixar algum aspecto que fique de fora, peço desculpa.

O Valete lançou uma música chamada “BFF”.



Isto dividiu as pessoas do rap. Alguns acham que está bem conseguido, que é uma obra de arte (grupo no qual eu me insiro), outros apontam a violência doméstica, que é misógino e, nos dias em que correm, a falta de ideias para abordar este tema de outra forma. O videoclip ajudou a transmitir essa realidade visualmente o que faz muito mais real, e tem algumas imagens, para alguns, chocantes. Para muitos, é quase um filme.

Não vou falar da música em termos técnicos, da letra, do instrumental e do videoclip. Isso já foi debatido — gostei particularmente desta análise, toca em todos os pontos essenciais.

Vamos falar, sim, de distinguir entre o artista e a música.

A música fala de um gajo que é violento, ciumento, obsessivo e cuja namorada o está a trair com o melhor amigo dele. Pega numa arma e despeja todas as razões para justificar matar quer a namorada, quer o melhor amigo, naquele estado de emocional de engano e muita revolta. No fim do vídeo, é só um pesadelo, mas a traição confirma-se para o espectador.

Sonhar ou fantasiar e a realidade são coisas diferentes. Na realidade, se calhar o gajo desmanchava-se a chorar quando soubesse que a traição era verdadeira e mudava de país só para fugir do coração destroçado. Ou então o gajo tinha propensão para violência e o sonho cumpria-se. Nunca saberemos.

Não me parece que o Valete esteja a recomendar este tipo de comportamento. Apenas bebe nos factos reais – mulheres que são vítimas de violência doméstica, já conta com 19 mulheres mortas em Portugal só este ano – e escreveu uma história da perspectiva do agressor. A história é violenta, cheia de preconceito, cheia de misoginia e desejo de matar? É. Mas é, unicamente, uma história. Cabe à sociedade – justiça, educação, associações, etc – fazer cumprir a lei e educar. São duas coisas totalmente distintas.  

Ele tem um outro som, Mulheres da Minha Vida, em que conta a história de um homem que é pai e marido, perdeu o emprego nos tempos da crise e, com o passar do tempo, a filha e a mulher perderam todo o amor e respeito por ele. Ele sentia-se como falhado e um estorvo e, no fim da música, suicidou-se. Se fizesse um videoclip (como fez com o BFF), teria muito mais impacto e chamava mais atenção.

O Valete tem outras músicas em que é claramente a favor das mulheres: Mulher que Deus Amou, A Mentira do Vosso Amor, etc.

A música é uma storytelling que não é diferente das outras músicas de storytelling. É uma história contada de um ponto de vista. Immortal Technique - Dance With The Devil conta a história de um gajo que era drogado e viola a própria mãe. Soul Position – No Excuse for Lovin’ conta a história de uma mulher buscando o seu amor e acabou por ser violada – desta vez, do ponto de vista da mulher. Cage – I Never Knew You conta a história de um não-amor doentio que resulta na morte dela (parecida com uma séria chamada “You”). Aliás, vai mais além, o Cage mais o Kid Cudi (com produção do Shia LaBeouf, what else?) fizeram uma música / curta-metragem chama “Maniac” em que Cage e o Kid Cudi foram matar uma série de pessoas sem razão alguma.

Estes artistas foram promover e incitar à violência e a matar gente? Não. Eles preocuparam-se só em fazer boa música.

O Valete não se coaduna esse tipo de comportamento e não tem controlo sobre a sua audiência. Até escrevi sobre isso há 8 anos. Citando a mim própria, “Como em qualquer forma de comunicação, este processo inclui aquilo que o artista pretendia transmitir, aquilo que ele de facto transmitiu e aquilo que o ouvinte interpretou.” Qualquer assunto ou tema que seja, a regra mantém-se.

Normalmente ele dá uma “lição de moral” em certas músicas. E esta faixa dá, de certa forma, não da vítima, mas do agressor. Mas então, ele está confinado a dar “lições de moral” para sempre? Não tem liberdade para escolher que assuntos aborda e tem que estar limitado na forma como escreve? O Valete afirmou, numa entrevista, que está apaixonado por cinema. Ele escreve, vai ao pormenor, e tal é perfeito para fazer estes tipo de curta-metragem. 

O Hip Hop deve ser um espelho da sociedade, para bem ou mal, não deveria ser filtrado para ser “politicamente correcto” para não ofender ninguém. O rap deu-nos a possibilidade de escolher a quem nós ouvimos, e há muita oferta - especialmente, os artistas da nova escola estão direcionados para o público mais jovem. 

Coloquei a várias pessoas que não gostaram do BFF algumas questões: e se invertesse o género a todas as pessoas já era mais aceitável? Essencialmente responderam-me que a violência e a misoginia não são a solução. E eu concordo, mas acho que o videoclip não está a apresentá-los como uma solução. Levo as perguntas mais longe e deixo-as para as pessoas. E se o artista fosse uma mulher a fazê-lo? E se fosse um crime de ódio? Como o rap é muito misógino e homofóbico, e se mudasse para o metal? E se, em vez de fazer uma música, escrevesse um livro ou pintasse um quadro? Onde está o limite artístico? 

Mais uma vez: é preciso separar o autor da obra. A obra deve ser avaliada sem olhar a quem é o seu autor. Durante a obra, o artista desaparece. Citando Umberto Eco, “The author should die (…) So as not to trouble the path of the text”.  Quem escreve uma história, o autor, morre e começa a viver nas suas personagens, no que pensam, no que sentem, como agem, como enfrentam os seus obstáculos; mesmo que o artista discorde absolutamente. O artista tem que morrer para que as personagens possam viver.

Provavelmente não vou mudar de opinião de quem não gosta da música, mas venho oferecer uma nova visão das coisas. Then again, já saíram textos de notícias até humorísticas, portanto, não estou a dar nenhuma novidade.

Estejam à vontade para discordar.

sábado, 7 de abril de 2018

Jovem Conservador de Direita – Quem Calou o Doutor?


Neste post não vou falar de Hip Hop.

Vou falar de um assunto mais importante: o próximo líder do PSD e futuro Primeiro-ministro, senhores e senhoras, um aplauso para o Jovem Conservador de Direita!



Eu fui assistir ao espectáculo “Quem Calou o Doutor?” (não “sôtor”, como alguns possam pensar) na passada sexta-feira, dia 6 de Abril. Eu sigo o JCD no Twitter e ouvi na rádio no programa “Prova Oral” que havia um espectáculo, no dia 6, do Doutor. O que mais me chamou à atenção, no fim da promoção barata via WhatsApp, foi a música da Cher. Eu odeio as músicas da Cher e o Doutor fez-me pressão psicológica para comprar os bilhetes. Além do mais, desapontou-me imenso as escolhas das músicas do Doutor, mas gostos não discuto. E tive que ir, porque eu pus “VOU” na pagina do evento e o Doutor avisou que Não vale assinalar que vão se não forem mesmo; é falta de respeito ao Doutor.


“Quem Calou o Doutor?” foi o tema porque a página do Facebook foi bloqueada (e, entretanto, foi reabrerta) e agora há suspeitas quem terá sido o culpado. 

O espectáculo em si, não vou fazer spoilers, mas vou dar uma pista: envolve um abacate. Não vale a pena pedir mais pormenores, desculpem, respeitem o meu pedido, por favor. Não vou acrescentar mais nada excepto que também envolve o Professor Cavaco Silva (até fiquei com a lágrima no olho, coitadinho, não sabe nada de nada).

Se não conhecem o Doutor (ou o conhecem mal ou o seguem no Twitter/Facebook, como eu), vale a pena ir. Vai dar um espectáculo hoje, dia 7, no Porto (e é o único, mas já está esgotado… paciência) às 22 horas.

Uma pista final: é satírico. Pouca gente sabe, eu sei.

Jovem Conservador de Direita no Facebook e no Twitter. Não sei se tem um Instagram mas o Estagiário disse que tinha durante o espectáculo, mas não sei se vale a pena seguir. Vão descobrir para quê. Também tem uma conta no Twitter e está cheio de sorte, é para divulgar o seu trabalho não remunerado. Um bem hajam.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Web Summit, Direitos de Autor e Fair Compensation

Há dois anos atrás (2016), eu fui à Web Summit. Assisti a uma conferência de hitRECord que foi sobre direitos de autor, apresentado por Joseph Gordon-Levitt (JGL): lembram-se de um dos actores de “Inception”? 




É esse. 




Nota: é obrigatório ver o vídeo. 

JGL afirmou que "If someone does some work and that generate some money, then that person deserves some of money". Isso é verdade. Só que mudou de formato. Não são as pessoas que produzem música que recebem, mas as gigantes companhias. A industria da música migrou: de editoras (Universal, Sony, Warner, etc) para a era digital (Google (YouTube), Spotify, iTunes e Amazon). O JGL está precisamente contra isso.

Pensava que era diferente, quando tinha o antigo blog há 15 anos atrás e escrevia muito sobre copyrights e direitos de autor. Se eliminasse os intermediários (editoras, agências, rádios, etc), os músicos recebiam mais dinheiro. Pensava que fosse o Spotify ou YouTube a eliminar os intermediários (e, efectivamente, eliminou-os) mas onde está o dinheiro? Desde que o YouTube arranjou forma de demonizar os conteúdos até Spofity não paga as contas, passo a citar: “The basic reason is simple: According to the data trackers at BuzzAngle Music, more than 99 percent of audio streaming is of the top 10 percent most-streamed tracks. Which means less than 1 percent of streams account for all other music.”, não era o que esperava.

Estava redondamente enganada.

O negócio da música não muda, o que muda são as (gigantes) moscas.

O hitRECord é uma das soluções, mas não é A Única Solução. Não se foca muito na música. É mais em formas de cooperação e de criatividade do que um meio de subsistência. Não vai escalar (“scale”). E mesmo que fosse, quanto maior for o número dos usuários, mais difícil é de gerir e de pagar justamente. 

Talvez seja a Bandcamp, mas os meus artistas favoritos não usam (ou só alguns, desculpa, Monster Jinx e et al)? O Spotify e Bandcamp apareceram na mesma altura, em 2008. Possivelmente, no Spofity pode-se criar playlists e melhorou muito em descobrir as novas músicas a partir das músicas que já conheço, enquanto a Bandcamp funciona em formato de álbuns. Mas hey, a Bandcamp já tem lucros! Podem tirar dúvidas e questões na página da Bandcamp Pricing.

Uma nota: o Web Summit está a ficar demasiado mainstream. Eu não pude ir, mas assisti em live. Está a torna-se uma espécie de “tendências, cultura e lifestyle em Web Summit”. François Hollande? Sara Sampaio? Brad Parscale, responsável pela estratégia digital da campanha do presidente Trump? Bruno de Carvalho??

Só havia DUAS conferências sobre cryptocurrencies no palco “Growth Summit” quando já existem desde 2008?! Please, spare me.

Está a perder qualidade e é pena. Prefiro ir a Blockspot, também em Novembro, e é sobre Blockchain, Criptoeconomia e Futurismo. Vai ser muito mais interessante.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Les Twins ganharam o World of Dance 2017

Já sigo os Les Twins desde 2010 e, nessa altura, o breakdance revolucionou-se em torno dos Les Twins. A forma como eles dançam e se complementam um ao outro e na sincronização um com o outro, parece que controlam os seus movimentos ao milímetro. Ano após ano, Larry e Laurent evoluíram, começaram a usar o corpo todo e tornaram-se all bones e all fluid. É digno de se ver.

Les Twins começaram a participar no World of Dance (e no Hip Hop International) em 2010 e a sua evolução é visível nos vídeos seguintes.

World of Dance 2010



Juste Doubt 2011




Hip Hop International 2012



...E World of Dance 2012





World of Dance 2013


Hip Hop International 2013


World of Dance 2014


World of Dance 2015 (igual performance que World of Dance 2014)


Seca, nê? Para compensar, dou-vos um vídeo diferente.

CITY DANCE ONSTAGE 2015



World of Dance 2016


Em 2017, o World of Dance deu uma volta, uma espécie de bifurcação: continuou em palco e agora passou para a televisão, mas os dois programas estão a decorrer em separado. WoD TV já acabou (entre Maio e Agosto) e WoD-A-Sério vai decorrer todo o ano.  

World of Dance TV 2017 


Parabéns aos Les Twins. Na final, não gostei muito (parece que não fizeram o esforço adicional para ganhar) mas nos outros episódios compensaram. Não tiveram nem professores nem mentores nem nada, a aprendizagem foi feita na rua e vocês merecem.    

Gostei também dos Kinjaz no Duels. Mas se tivesse guardado esta actuação para o final, ficaria mais renhido entre Les Twins e Kinjaz. Just saying.



Fui ver ao YouTube os outros vídeos dos Kinjaz e nada se compara. As outras performances não são nada de especial, especialmente a escolha das músicas. Les Twins dançam qualquer tipo de música, desde Glitch até Drum'n'bass, RnB até música pop (até Back Street Boys!!), passando pelo todo tipo de rap.

Por falar de rap e Les Twins...

Agora fazem rap.
  
Pois é.

Lançaram duas tracks: "You Don't Know Now Me" e "What Happened?". 

A primeira faixa foi produzida por MyDigitalKids (não conheço) e foi escrita por Double R aka Blacc Bevis & Benny Tha Jett (o ghostwriter está vivo??). A música gira à volta de, of course, "you don't know me": Fancy. Fui pôr a letra num site que analisa palavras ou frases repetidas. O resultado é este:



Alguém disse que rap de hoje em dia é "mumble rap". Parece adequado.

Safa-se o instrumental que não odeio muito.

A segunda faixa, "What Happened?", foi produzida por Kid The Wiz. Estive a ver as outras músicas e ele produz bem, dá-lhe forte no bass para quem gosta do género (=eu), mas a "What Happened?" não foi uma delas. O instrumental é realmente fraco, ainda por cima para quem ganhou o World of Dance e os Les Twins têm uma base de fãs tremenda. Não percebo.

Les Twinsdesta vez, escreveram as rimas mas… o que dizer? Quando comecei a ouvir, ainda pensei algo do género "What Happened", dos D.O.D, repleto de punchlines, ou então, algo irónico e no gozo como "Gold and a Pager", dos The Cool Kids, mas não. Já está ultrapassado, sooo 2008/2011 😒. Les Twins, carregados de autotune, a música fala sobre carros e gajas e whatever else pops their minds. Like a popcorn! 

¯\_(ツ)_/¯

Conclusão: eu prefiro que eles dancem Hip Hop que mais ninguém faz do que façam mau rap. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ikonoklasta - Eu fui ao lançamento do livro “Sou Eu Mais Livre, Então”

Cheguei atrasada 1 hora porque não havia estacionamento em Santos em lado nenhum. Perdi o discurso do Pacheco Pereira e parte do discurso do Ikonoklasta. A sala estava cheia, quase metade estava de pé.

Consegui ouvir a intervenção do MCK, o futuro “Ministro da Cultura” depois do “golpe de Estado”; do Daniel Oliveira, em que considerava que Portugal era “receptor” do dinheiro angolano por causa da crise; e da mulher do Luaty, Mónica, que disse “tive medo” porque nunca tinha passado por isto.

Mais uma conversa do que um lançamento de um livro, discutiram acerca de direitos humanos, da pequena corrupção e do futuro. Para Luaty, mesmo que mudem os políticos, tudo continuará na mesma. Temos de encorajar a sociedade civil a fazer mais lutando pelos direitos humanos.

Não vi cara de rappers… where you at? Será que o Ikonoklasta deixa de ser rapper e passa a ser apenas “preso politico”? Ou eu sou meio pitosga? 

Ainda não li o livro mas vai ser interessante, ainda por cima ele escreveu letras e rimas, por isso, não vai deixar de fazer o rap. Se tiveram oportunidade para ler, podem clickar aqui.



Podem ver a apresentação do livro:


domingo, 2 de outubro de 2016

MyTaxi, Uber e Cabify – Qual é o mais barato + descontos

Hoje vou falar sobre transporte individual. 

O Governo já criou novas regras para estas plataformas electrónicas e os taxistas não gostaram




That said, eu já usei os 3 e vamos lá a ver quais são as vantagens e as desvantagens dos apps MyTaxi, Uber e Cabify.

MyTaxi



A MyTaxi cumpre as regras, alvarás e licenças, como um táxi normal. Basta pôr a morada de recolha e a morada de destino e tens várias opções de pagamento: dinheiro, cartão de crédito ou PayPal. Tem opções de reserva que a Uber e a Cabify não têm, que são:



Podes escolher “condutor habitual” ou “táxi tipo carrinha” (por exemplo, levar um móvel ou assim). “Animal de pequeno porte” e “viagem ao aeroporto” com bagagem, pagam uma taxa à parte – 1,60€ 

É muito fácil de usar, excepto se tem de fazer alterações, por exemplo, para mandar uma mensagem ao condutor, tens de procurar na app.

Site do MyTaxi


Uber



O Uber é mais intuitivo mas não tem tantas opções. O pagamento é através de cartão de crédito ou Paypal (desde que as contas estejam registadas em Portugal).



Às vezes, principalmente aos fins-de-semana ou pelo Natal / Ano Novo, quando há muito procura, é mais caro, mas se não tiveres pressa, podes esperar que desça. Em contrapartida, não pagas mais nada se tiver bagagem.

Site da Uber + código de desconto "jrzhk3sdue"


Cabify



Esta aplicação é nova e, por isso, tem alguns desafios para resolver. A app está meio em português, meio em espanhol e nalgumas moradas não aceita o número da porta porque o sistema de navegação é novo mas, provavelmente, este problema já estará resolvido agora. 

É muito fácil de usar, só tens de pôr ponto de partida e chegada, podes escrever uma mensagem para o condutor (principalmente se estás na rua) e tens opções de preferência: 



Está tudo muito explicado na app, por exemplo, o preço por km ou tarifa mínima:



Se levas mala na bagagem ou trazes uma little criancinha (há bancos para isso), não pagas mais nada por isso. 

O pagamento é via cartão de crédito ou Paypal.

Site da Cabify (já tem descontos!)

CUSTO

Eu vivo na Portela, concelho Loures, portanto, fora de Lisboa.

O MyTaxi tem a estimativa com a tarifa 1 de Lisboa e a conta final é superior por causa da mudança de tarifa na fronteira do concelho. Não compensa.

A Uber dá um intervalo de preços (mínimo e máximo). O preço varia consoante o trânsito. 

A Cabify calcula o preço pelo trajecto mais curto, isto é, pela distância e não pelo tempo.

Por exemplo, da Portela até ao Saldanha:

MyTaxi: 10€ (sem mudança de tarifa)

UberX: 7 – 11€

Cabify: 9,97€

Conclusão

Por mim, escolho a Cabify porque Lisboa está cheia de trânsito, com as obras em vésperas de eleições, portanto, é mais fácil de controlar o que gasto do que nas outras apps.

E vocês, qual preferem?


Edit: Se preferes viagens curtas, o Uber é melhor porque a tarifa base é 1€, enquanto a Cabify é 3,50€. 

Novo blog - bem-vindo!

Bem-vindo este novo blog!

Já passaram 13 anos desde que comecei a escrever o meu antigo blog - nicolau.livejournal.com - e era sobre cultura Hip Hop. Mas o tempo não perdoa e o Livejournal está muito desactualizado. Tem bugs e nem sequer consigo meter um vídeo (embed) do Youtube (!).

Ainda vou escrever sobre Hip Hop (um dia...) mas, por agora, vou falar sobre outros assuntos. Coisas.

Portanto, vocês sintam-se em casa.